O DCE UFSM por entender a importância das eleições municipais e como este fato tem impacto direto na vida dos Estudantes de Santa Maria, assim como nos demais moradores da cidade, promove nessa Terça-feira, às 17h no Auditório da Química (Prédio 18) no campus UFSM de Santa Maria, um Debate entre os cinco candidatos à prefeitura de Santa Maria.
domingo, 30 de setembro de 2012
Debate entre canditados à Prefeitura de Santa Maria
O DCE UFSM por entender a importância das eleições municipais e como este fato tem impacto direto na vida dos Estudantes de Santa Maria, assim como nos demais moradores da cidade, promove nessa Terça-feira, às 17h no Auditório da Química (Prédio 18) no campus UFSM de Santa Maria, um Debate entre os cinco candidatos à prefeitura de Santa Maria.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Conselho de Entidades de Base - Setembro/2012
União Nacional dos
Estudantes
União Estadual dos
Estudantes Livre – Dr. Juca
Universidade Federal de
Santa Maria
Diretório Central dos
Estudantes
Convocatória:
Conselho de
Entidades de Base
É com grande satisfação que
convocamos os Centros e Diretórios Acadêmicos e as Direções das Casas do
Estudante da UFSM para o Conselho de Entidades de Base. A ser realizado no dia
26 de setembro, às 19h, no Auditório do DCE.
Pautas:
-Informes
- Direito
dos estudantes/ reposição de aulas
- Regimento Interno do Conselho Fiscal- DCE/UFSM
Att,
DCE UFSM
Gestão Vozes em Movimento.

terça-feira, 18 de setembro de 2012
Todos temos direito a reposição de aulas
Todos
os estudantes tem o direito de repor as aulas, tanto os estudantes
grevistas como os demais. Caso ocorra que algum professor não queira
repor as aulas, os estudantes deverão entrar em contato com a
Coordenação do seu Curso e com o Departamento. Se mesmo assim a situação
não for resolvida, o próximo passo é protocolar um processo no Conselho
de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), para isso os estudantes poderão
contatar com Diretório acadêmico e com DCE para que o processo seja
protocolado com 48 horas de antecedência segundo regimento interno da
Universidade
Email DCE: dceufsm@gmail.com
Telefones para contato: (55) 91478569 ou (55) 81037309
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Assembleia Estudantil declara fim de Greve
Na última Segunda-feira, 10 de setembro, ocorreu no Auditório da Química - Prédio 18, às 16 horas, a Assembleia Geral dos Estudantes que declarou fim de Greve com 32 votos a favor, contra 16 que pretendiam a saída unificada juntamente com os Docentes, além disso, foram contadas 7 abstenções. Em avaliação, os estudantes consideraram a saída da Greve vitoriosa, pelas conquistas tidas, como por exemplo:
- Internet nas CEUs em FW;
- RU para todos os Estudantes de Santa Maria aos sábados, via agendamento;
- Reestruturação da internet na CEU 2;
- Criação de bolsas-permanência no valor de R$315,00 também para os estudantes da UDESSM e CESNORS;
- Ajuda de custos para Estudantes de cursos onde há custos elevados em materiais;
- Grupos de Trabalho entre estudantes e a Reitoria que estudem questões relativas a interdisciplinariedade e formação profissiona;
- Direito de recurso para os pedidos de Benefício Socioeconômico indeferidos;
- Instalação de resfriadores de ar para o RU 2 de Santa Maria, principalmente para este verão.
A partir de Segunda-feira, os Estudantes Grevistas já podem começar a ter aulas repostas pelos Professores não grevistas, porém, as aulas repostas pelos professores grevistas, irão começar a partir do momento de fim de Greve Docente. Se algum Professor se negar a repor aula aos Grevistas, os Estudantes devem procurar o DCE, para que tais nomes sejam levados ao CEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, juntamente com o pedido de reposição de aulas vindo diretamente do Conselho.
A Assembleia Geral dos Docentes acontecerá amanha, Quinta-feira, dia 13 de setembro, às 15 horas, também no Auditório C da Química, Prédio 18. A Assembleia é também aberta aos Estudantes.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Vamos falar sobre Cotas?
Este foi o título da Aula Pública que ocorreu na última Quarta-Feira, dia 05 de setembro, na Praça Saldanha Marinho. O debate contou com a presença da Professora Maria Rita Py Dutra, Nei D'Ogum, a Estudante de Ciências Sociais da UFSM, Suelen Aires Gonçalves, o Indígena e membro da Camissão de Ações Afirmativas, Augusto Opã da Silva e do Educador Popular Cícero Santiago, como mediador da mesa. Durante aproximadamente duas horas de debate, cerca de 300 pessoas passaram pelo local. A ideia da construção da Aula Pública surgiu para dialogar com a comunidade sobre a importância das Ações Afirmativas, a partir do momento em que o chamado Exército Anti-Cotas, liderado por cursinhos e colégios particulares, organizou uma Marcha no centro da cidade. Durante o debate, os estudantes cotistas da UFSM carregaram uma placa dizendo: "Sou Cotista" e foram expostas na Praça, faixas que continham as frases: "Cotas enquanto forem necessárias" e "Que a Universidade se pinte de Povo". A Aula Pública contou com a organização e o apoio do Museu 13 de Maio, Ilê Axé Ossanha, GAPIN, Cursinho Popular Práxis, ASSUFSM, Rede de Educação Cidadã, AFRONTA, AENUFSM, MNLM, CORAP, Levante Popular da Juventude e DCE. Segundo Nei D'Ogum, "temos uma sociedade racista e nós queremos Negros e
Negras, além de estarem na periferia, nas Universidades."
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Assembleia Estudantil delibera por indicativo de fim de Greve
Na tarde desta segunda-feira (03/09), ocorreu a Assembleia Geral dos Estudantes, no
Auditório da Química - prédio 18, onde foi apresentado como pauta os
avanços das negociações e realizada uma avaliação da greve.
Os integrantes da comissão de negociação do Comando de Greve Estudantil apresentaram os resultados das mais de dez reuniões realizadas junto à administração da universidade.
Após ser discutido os avanços das pautas e realizadas avaliações gerais, a Assembleia encaminhou o indicativo de término da Greve Estudantil e uma nova Assembleia Geral, para a próxima Segunda-feira (10/09), tendo como pautas de avaliação do processo de greve e a continuidade ou não da greve estudantil. A assembleia será às 16:00 horas no Auditório da Química, prédio 18.
Greve Estudantil possui conquistas importantes
Os integrantes da comissão de negociação do Comando de Greve Estudantil apresentaram os resultados das mais de dez reuniões realizadas junto à administração da universidade.
Após ser discutido os avanços das pautas e realizadas avaliações gerais, a Assembleia encaminhou o indicativo de término da Greve Estudantil e uma nova Assembleia Geral, para a próxima Segunda-feira (10/09), tendo como pautas de avaliação do processo de greve e a continuidade ou não da greve estudantil. A assembleia será às 16:00 horas no Auditório da Química, prédio 18.
Greve Estudantil possui conquistas importantes
Entre as principais conquistas apresentadas pelos membros da comissão de negociação estão:
- Instalação de internet nas casas do estudante do CESNORS;
- Direito a refeições aos sábados para todos os estudantes de Santa Maria via agendamento;
- Encaminhamento de auxílio materiais para cursos com gastos elevados em materiais;
- Sala 24h para estudo para os moradores da CEU II;
- Direito de recursso para os pedidos de benefício socioeconômico indeferidos;
- Abertura de novo edital para as bolsas de permanência (para estudantes do CESNORS e UDESSM);
- Instalação de resfriadores de ar para o RU 2 de Santa Maria para este verão.
- Instalação de internet nas casas do estudante do CESNORS;
- Direito a refeições aos sábados para todos os estudantes de Santa Maria via agendamento;
- Encaminhamento de auxílio materiais para cursos com gastos elevados em materiais;
- Sala 24h para estudo para os moradores da CEU II;
- Direito de recursso para os pedidos de benefício socioeconômico indeferidos;
- Abertura de novo edital para as bolsas de permanência (para estudantes do CESNORS e UDESSM);
- Instalação de resfriadores de ar para o RU 2 de Santa Maria para este verão.
Foi criada ainda uma comissão paritária que estudará o valor a ser acrescido no teto para acesso ao benefício socioeconômico (BSE), que atualmente está no valor de R$ 750,00 per capita. O Plano Nacional de Assistência Estudantil prevê que esse teto seja no valor de 1,5 salário mínimo.
Outra comissão paritária a ser criada junto a PROGRAD tratará das pautas de formação profissional levantadas, como desburocratização do acesso às disciplinas complementares de graduação (DCG), ampliação da oferta de DCGs de Braile e Libras, interdisciplinariedade nos cursos de graduação e a criação de uma avaliação dos professores pelos estudantes.
Nesta semana ainda estão marcadas quatro reuniões com a reitoria da UFSM, onde serão tratadas pautas pendentes e realizados novos encaminhamentos.
domingo, 2 de setembro de 2012
Estudantes realizam Assembleia Geral
Os estudantes da UFSM realizam, nessa segunda-feira, nova Assembleia Geral, onde irão avaliar as negociações com a universidade e demais encaminhamentos em relação a greve estudantil. A Assembleia acontece a partir das 13h30, no auditório da Química (Prédio 18, auditório C), no campus de Santa Maria. Na quarta-feira, também às 13h30, os estudantes de Frederico Westphalen realizam assembleia, no auditório do CAFW.
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/402853113097103/
Leia mais em: Greve estudantil na UFSM já tem vitórias concretas
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10% do PIB para Educação e a necessidade de reformas estruturais
Por Jonatas Moreth*
Há um bom tempo que os Movimentos sociais não construíam uma pauta de tamanha unificação. Da UNE a CNTE, da CUT ao MST: todos saíram às ruas reivindicando que no novo PNE – Plano Nacional de Educação seja aprovada a meta de investimento mínimo de 10% do PIB para Educação Pública nos próximos 10 anos.
O PNE tem causado muitos debates e polêmicas e já tramita no Congresso Nacional há mais de um ano. No mês passado tivemos uma importante vitória nesta luta: Após muita pressão dos Movimentos Sociais e um ato organizado pela UNE no dia da votação do projeto na Comissão Especial da Câmara conseguimos aprovar por unanimidade a emenda do Deputado Paulo Rubem (PDT/PE). Esta emenda determina que nos primeiros 5 anos de vigência do PNE seja investido no mínimo 7% do PIB para a educação pública, e ao completar 10 anos alcancemos o patamar de 10%. Frise-se que é investimento na educação pública!
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Greve estudantil na UFSM já tem vitórias concretas
Para outros pontos, a proposta da Reitoria é formar comissões
Ontem (29), o comando de greve estudantil esteve reunido com a Reitoria da UFSM, para uma rodada de negociações,a reunião teve a presença dos estudantes, do reitor Felipe Martins Muller, o vice-reitor Dalvan Reinert e da pró-reitoria adjunta de Planejamento, Lucia Rejane Madruga. Entre as conquistas, já podem ser listados o RU aos sábados para todos os estudantes, a internet nas CEUs de Frederico Westphalen e Palmeira das Missões e o kit pedagógico para cursos onde há gastos excessivos com materiais. Além de comissões paritárias para debater questões em relação à assistência estudantil e formação profissional.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
CEPE aprova volta apenas para estágios e TCCs
Repasse elaborado pela bancada estudantil em relação ao CEPE de hoje:
"Foram aprovadas por unanimidade os pedidos de Estágios curriculares e conclusão dos cursos do CCR, da filosofia licenciatura, enfermagem, engenaria civil, música, engenharia mecânica (para 16 estudantes do 9º semestre), fonoaudilogia, engenharia elétrica, administração, direito (assessoria jurídica gratuíta), física, farmácia, engenharia
química, matemática, química, letras e odontologia. Em relação ao pedido do curso de geografia, o pedido não foi aceito pelo CEPE, pois não houve a concordância dos chefes de departamento envolvidos.
Em relação a volta da totalidade dos cursos de música, gestão de cooperativas, geoprocessamento, filosofia bacharelado e sistema para a internet, havia a posição conclusiva das comissões do CEPE que não aceitava a solicitação. A bancada estudantil do DCE defendeu que não fosse coloca em votação hoje os pareceres para ter mais tempo para esclarecer dúvidas em relação a esses cursos, o que poderia garantir a volta as aulas, como a garantia de todos os departamentos envolvidos de que terão condições de oferecer as disciplinas tanto para esses cursos quanto para os outros cursos que os departamentos oferecem disciplinas. A proposta do DCE de mais alguns dias para contemplar essas questões não foi considerada pelo Reitor, que com uma manobra também não aceitou o pedido de vistas. Esses processos foram colocados em votação e por 23 votos a 22 não foi aceito o pedido de reínicio das aulas.
Em relação ao curso de medicina, o parecer da Comissão liberava apenas os estudantes a partir do 8º semestre e a negava o começo de aulas para as turmas do primeiro ao sétimo semestre. Houve uma manifestação do DCE para que se desmembrasse o processo e se analisse em separado, tentando garantir as condições para toda a medicina, mas a Comissão manteve o parecer único e por unanimidade foi aprovado a volta às aulas somente a partir do 8º semestre.
Em relação ao pedido do curso de biologia, não houve apreciação do CEPE, pois as questões levantadas pelas Comissões do CEPE não foram respondidas pelo curso a tempo de serem analisadas.
Em relação ao curso de filosofia licenciatura, não houve a concordância de todos os departamentos envolvidos e por unanimidade o pedido não foi aceito."
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Cotas - Sim à inclusão social
Por Ana Rita
Ao aprovar o projeto que trata das cotas étnico-raciais e sociais no dia 7 de agosto, o Senado Federal mostrou o quanto está maduro para discutir e aprovar propostas que, apesar de causarem indignação nos setores mais conservadores da nossa sociedade, fazem justiça social e colocam fim a décadas de atraso.
Os pobres e negros são maioria na nossa sociedade. Defender a presença cada vez maior e efetiva desta população nas universidades e escolas técnicas públicas é imprescindível e estratégico para fortalecer o processo democrático no Brasil.
Queremos que a democracia cresça e para isso é preciso garantir a todos a mesma condição de educação e de vida. Neste contexto, as cotas sociais e étnico-raciais são fundamentais para superar as desigualdades, em especial, com negros, índios e as camadas mais pobres da população considerada branca.
De cada dez alunos presentes no ensino básico em nosso País, oito estudam em escolas públicas, um universo de mais de 40,6 milhões de crianças e jovens, aproximadamente 80% da população brasileira. A grande maioria destes estudantes, quando consegue acesso ao ensino superior, não encontra vaga nas instituições públicas.
Jovens negros têm 140% mais chance de serem mortos em relação aos brancos e 95% deles não frequentam uma universidade pública. Ora, se temos uma população com mais de 50% de negros e pardos, esta deveria ser a proporção de alunos, caso a seleção fosse realmente justa, nas instituições públicas de ensino superior.
A necessidade das cotas já foi confirmada pelo STF. O projeto aprovado reserva 50% das vagas para alunos egressos de escolas públicas e que nelas tenham estudado todo o ensino médio. Das vagas reservadas, 25% são destinadas a alunos de famílias com renda per capita de até um salário mínimo e meio. Os outros 25% para estudantes de qualquer renda.
As universidades terão quatro anos para se adaptarem ao novo modelo. O argumento que as medidas ferem a autonomia das universidades não se sustenta. Autonomia não é soberania.
Estamos falando de universidade pública mantida por recursos públicos. O acesso precisa ser para todos e cabe ao poder público assegurar esse direito.
Também não é fato que as universidades vão perder qualidade de ensino. Alunos cotistas têm, em geral, desempenho igual ou até superior aos dos não cotistas, como já comprovado por instituições que adotam cotas.
As medidas garantem uma distribuição que leve em conta o retrato fiel da sociedade por unidade da Federação. O projeto aprovado que acreditamos será sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, faz o enfrentamento social, racial e valoriza a noção de direito universal ao ensino público federal.
É uma forma contundente de combater o racismo e resgatar a auto-estima do pobre, do negro e do índio, de reforçar a cultura de convivência plural e valorizar as culturas e costumes.
A vitória no Congresso Nacional é fruto de décadas de luta de diversos segmentos sociais. É mais uma conquista do povo brasileiro!
*Ana Rita é senadora pelo PT do Espírito Santo, vice-presidenta da Comissão de Direitos Humanos do Senando e foi relatora do PLC 180/2008 que trata das cotas raciais e sociais na Comissão de Constituição e Justiça
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Esclarecimento aos estudantes em relação ao pagamento de bolsas
Com o adiamento do calendário acadêmico, muitos estudantes ficaram confusos em relação ao pagamento de bolsas, de pesquisa, extensão, monitoria, PRAE e outras. Tendo com propósito, prestar alguns esclarecimentos, nós do DCE buscamos algumas informações com a PRAE, PRPGP e Câmera de Extenção, cuja reunião ocorreu ontem pela manhã.
Sobre as Bolsas de Ensino Pesquisa e Extensão, os projetos externos, como bolsas PIBIC, Probic, Proext continuam recebendo normalmente, conforme pagamento da agência externa. Os projetos internos, vinculados à universidade como as bolsas Fipe, Prolicem e Fiex, os estudantes qeu estão realizando as atividades normalmente, devem receber suas bolsas normalmente, caso isto não ocorra, este, tem direito a ressarcimento. Já os estudantes que estão com as suas atividades inativas devido à greve terão de ter suas bolsas cortadas. Tal inatividade DEVE ser declarada pelo professor grevista responsável, o pagamento volta ao normal a partir do retorno das atividades. Esse pode ser retroativo, dependendo do acordo com o professor.
As bolsas de assistência estudantil (assessoria administrativa) – PRAE e de MONITORIA, conforme as resoluções que instituem o pagamento dos bolsistas são calculadas em relação ao período letivo. Portanto a PRAE somente irá retornar o pagamento das bolsas e a transferência de recursos para o pagamento das Bolsas de Monitoria no início do 2º semestre letivo de 2012. Os estudantes que estarão em atividades deverão ter suas bolsas pagas pelo centro ou local em que trabalha. As bolsas via recurso próprio, como as pagas pelos Centros, Reitoria, Hospital, onde o pagamento provém deste setor, devem ser tratadas direto com os mesmo.
Caso haja dúvidas, o DCE está em permanente disposição, pode ser contatado através do email: dceufsm@gmail.com, ou pelo telefone: (55) 91478569 – Adriele Marlene Manjabosco (Coordenadora Geral do DCE).
domingo, 12 de agosto de 2012
Bancada estudantil incide no Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão para o adiamento do 2 ° semestre letivo
Nessa sexta feira, dia 10 de agosto,
ocorreu à reunião do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão tendo como
principal pauta de discussão finalização
do 1º semestre, a recuperação das aulas e o início do 2º semestre. Depois de mais de seis horas de
discussão entre os conselheiros o CEPE aprovou por 31 votos contra 15, a
proposta de adiamento do segundo semestre letivo até o fechamento do primeiro
para os Cursos de graduação.
sábado, 11 de agosto de 2012
CEPE decide por adiamento do início do segundo semestre
Após a reunião do dia 10 de agosto, o
Conselhos de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) decidiu adiar o inicio do
segundo semestre de 2012 até o término das atividades letivas do
primeiro semestre, a votação teve 31 votos a favor e 15 votos contra. Uma
segunda votação definiu que os cursos de EaD e pós-graduação tem até o dia
15 de agosto para decidir se começarão ou não as atividades no dia 20 de agosto, porém essa
votação foi feita de forma atropelada e não houve respostas aos esclarecimentos
pedido pelo DCE sobre flexibilização de prazos para pedidos de bolsas
CAPES/CNPQ e outros assuntos relacionados.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Segmentos em greve divulgam orientações para comunidade acadêmica
Texto e foto de Rafael Balbueno, com edição de Fritz Nunes, para o site da Sedufsm
O Comando Local de Greve (CLG) dos docentes voltou a se reunir com diretores de Centro, coordenadores de Curso, chefes de Departamento da UFSM e membros do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) na manhã desta segunda, 6, no auditório Pércio Reis, no CT. Na reunião, foi aprovado um documento com os princípios básicos para orientar a comunidade acadêmica na discussão sobre o término do primeiro semestre e o reinício do segundo. Além disso, o texto aborda também a resolução n.017/2012, publicada pela reitoria na última quinta, 2.
No documento publicado pela reitoria, a reunião do CEPE programada para a sexta, 3, foi cancelada, além de adiar o início o início do segundo semestre em uma semana. Também determinou que os chefes de Departamento, coordenadores de Curso e diretores de unidade analisem e manifestem-se, por meio de memorando entregue na Secretaria dos Conselhos, sobre alguns detalhes referentes ao calendário acadêmico. A data limite para o envio das manifestações é a quarta-feira, 8, às 18h.
O documento aprovado nesta segunda será divulgado a toda a comunidade acadêmica, com ênfase aos conselheiros do CEPE e do Conselho Universitário. Endossam esse documento, que é assinado pelo Fórum Unificado dos três segmentos (SEDUFSM, Assufsm e DCE), os participantes da reunião. A atividade contou com a presença de estudantes e técnico-administrativos em educação (TAEs).
Três eixos norteiam o documento aprovado na reunião desta segunda. O primeiro deles é a não homologação da resolução n.017/2012, que precisa ser referendada pelo CEPE. O segundo ponto é a exigência de que seja colocada para a apreciação do conselho o parecer aprovado pelas Comissões do CEPE na última quarta, 1. Por fim, o documento ratifica um primeiro texto aprovado em reunião entre o CLG, diretores de Centro e coordenadores de Curso na segunda, 30, e referendado também pelos CLGs dos TAEs e dos estudantes. Esse texto cobra o adiamento do calendário enquanto não for encerrado o primeiro semestre, e o esclarecimento de como a comunidade acadêmica deve proceder nesse período. (Veja a íntegra do documento elaborado nesta segunda-feira, abaixo, em anexo).
Resolução é criticada
A resolução n.017/2012 foi muito criticada pelos presentes à reunião. A principal argumentação é sobre o caráter arbitrário do documento. Conforme ressaltou Rondon de Castro, presidente da SEDUFSM e diretor do ANDES-SN, “para resolver uma questão da gestão, a reitoria tenta impor uma normalidade que não existe desde a deflagração da greve”.
Além disso, conforme ressaltou o professor João Batista Dias de Paiva, a reitoria demonstra desconsideração com a necessidade de homologação da resolução pelo CEPE. Para exemplificar essa situação, o professor leu dois e-mails da secretaria de um curso da instituição nos quais os docentes são convocados a se manifestar sobre a data em que voltarão a dar aula. “Ou seja, a resolução nem foi votada e já está colocando isso em prática, e isso é o caos”, afirmou Paiva.
Para o professor Júlio Quevedo dos Santos, vice-presidente da SEDUFSM e 1º tesoureiro da regional Rio Grande do Sul do ANDES-SN, a resolução da reitoria criminaliza o movimento ao cobrar o retorno às aulas, constrangendo assim os docentes que estão em greve.
Resolução não foi acaso
Conforme levantaram alguns dos presentes na reunião, é provável que a publicação da resolução n.017/2012 exatamente um dia depois da reunião das Comissões do CEPE e da CLN não seja por acaso. Na reunião estiveram em pauta dois documentos, um deles era o texto enviado pelo CLG e endossado na reunião do dia 30. O outro documento era de autoria da reitoria, também divulgado no dia 30, e apresentava recomendação ao CEPE sobre o calendário acadêmico, acenando para a possibilidade de um calendário duplo.
Segundo uma chefe de departamento substituta que estava presente, as reuniões das Comissões do CEPE foram tensionadas para que a proposta da Administração fosse aprovada. No fim, após muito debate, a proposta dos três Comandos de Greve foi aprovada por um voto. O parecer final, contudo, conforme ressaltou Adriele Manjabosco, do DCE, acabou por juntar as duas propostas. Dessa forma, o texto resume-se em três pontos: a exigência de que o início do primeiro semestre fique em aberto; a manutenção de reuniões permanentes das Comissões do CEPE e do CLN, para que a situação possa ser avaliada semana após semana, e o início do segundo semestre apenas após o fim do primeiro.
Para o professor Claudio Losekann, do CLG docente, a publicação da resolução n.017/2012 um dia depois das reuniões é uma demonstração clara de que a reitoria sabia que perderia a votação sobre o calendário acadêmico no CEPE, sendo esse plenamente adiado, conforme solicitaram os três CLGs. “A reitoria tem vários ‘ás’ na manga e nesse momento viu a necessidade de interromper o jogo”, afirmou ele.
Adiamento do calendário reafirmado
Na reunião desta segunda, assim como nos outros encontros do CLG com os diretores, coordenadores, chefes e conselheiros, foi reafirmada a necessidade de adiamento do calendário acadêmico enquanto não for encerrado o primeiro semestre. A crítica dos presentes baseou-se principalmente em um ponto muito abordado no último período: a inviabilidade de dois calendários paralelos. Além das impossibilidades no que se refere às questões estruturais e de quadro docente, conforme ressaltou o professor Ascísio Pereira, do CLG, é importante avaliar também a qualidade do ensino caso dois calendários fossem colocados em prática ao mesmo tempo.
“Os números oficiais da UFSM mostram que pouco mais de 50% concluíram suas atividades. Como a gente faria a universidade funcionar? Além disso, é sempre importante lembrarmos da nossa responsabilidade enquanto educadores e educadoras, prezando pela qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão”, declarou o professor.
No mesmo sentido, a representante dos TAEs presente à reunião, Loiva Chansis, ressaltou a necessidade de oferecer qualidade ainda na conclusão do primeiro semestre. “Na verdade o reitor quer é resolver a o problema de gestão dele, não importa se para isso tenha que passar por cima da qualidade do ensino. A postura da administração é irresponsável”, afirmou Loiva.
Um dos representantes dos estudantes no CEPE, o integrante do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Alex Monaiar, deu sequência ao raciocínio, ressaltando que a posição da entidade também é pela exigência da qualidade do ensino.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
DAs apoiam ocupação dos Técnicos e deliberam pela não ocupação da Reitoria pela categoria estudantil
Conselho também aprovou as contas
da Gestão Em Frente
O Conselho de Entidades de Base
(CEB) da UFSM, instância de deliberação acima da diretoria do DCE, reunido hoje (11) deliberou pelo apoio à ocupação
da categoria dos técnico-administrativos em educação. Na avaliação do CEB,
considerando a impossibilidade de chamar uma Assembleia Geral pelo período de
greve ou semana de exames dos estudantes, foi deliberado (por 14 votos a 1, com
uma abstenção) que não há uma conjuntura adequada para a realização de uma
ocupação da reitoria pela categoria estudantil.
O conselho considera importante
continuar as negociações com a Reitoria, pró-Reitorias e Centros de Ensinos da
Universidade e que os representantes estudantis no Conselho de Ensino, Pesquisa
e Extensão (CEPE) da UFSM deverão solicitar a readequação do calendário com a
reposição de todas as aulas aos estudantes e garantia dos direitos dos estudantes
em greve. O CEB também aprovou, por unanimidade, o parecer do Conselho Fiscal
que aprova a prestação de contas da Gestão Em Frente do DCE UFSM, que dirigiu a
entidade no período de maio de 2011 até maio de 2012, faz parte do Conselho
Fiscal os diretórios acadêmicos dos cursos de: comunicação social; veterinária; direito; geografia e a Diretoria da CEU 2.
Ocupação Estudantil – Como votou
cada entidade:
- DAGEO (Geografia) - NÃO
- DAFON (Fonoaudiologia) - NÃO
- DAQUIPALM (História) - NÃO
- DAPSI (Psicologia) – NÃO
- DAZEF - (Medicina) - SIM
- DATO (Terapia Ocupacional) - NÃO
- DAQIL (Química Licenciatura) - NÃO
- DAFIL (Filosofia) - NÃO
- DARI-AO (Relações Internacionais) - NÃO
- DAEF (Engenharia Florestal) - NÃO
- DAMVET (Medicina Veterinária) - NÃO
- DLD (Direito) – NÃO
- DACSS (Ciências Sociais e Sociologia) -
Abstenção
- DASS (Serviço Social) - NÃO
- CEU 2 - NÃO
- CEU 3 - NÃO
terça-feira, 10 de julho de 2012
Assembleia dos TAEs delibera ocupação por 36h
Na manhã de hoje (10), os Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) da UFSM estiveram reunidos em Assembleia no Hall da Reitoria, onde foi deliberado ocupar o espaço por 36 horas. Entre as pautas, os grevistas pedem um posicionamento público em veículo oficial da Universidade de apoio a greve, garantia de que não haverá corte no ponto (salário) e que o segundo semestre não inicie antes da reposição das aulas, evitando conflitos de horários e pré-requisito.
Nós do DCE da UFSM estamos apoiando a ocupação dos TAEs, por entender a importância das pautas para a qualidade do ensino e a unidade entre as categorias. Deixamos claro que a ocupação não se configura enquanto uma ocupação estudantil, pois não foi deliberada em nenhum fórum dos estudantes, como Assembleia Geral.
É essencial o apoio estudantil a esta luta e a todas as lutas em prol da educação pública de qualidade. Convidados todos os estudantes a participar das mobilizações por uma universidade pública, democrática e popular.
Assembleia dos TAEs na Reitoria- Foto: Portal UFSM
domingo, 8 de julho de 2012
Mobilizar os estudantes para mudar a Educação
O último período foi de mobilizações nas universidades em todo o país. Tivemos deflagração de greve dos professores, dos técnicos administrativos e a greve estudantil deflagrada em mais de 25 universidades federais, que além do apoiar a greve das demais categorias tem reivindicações próprias. Nós, do Diretório Central dos Estudantes, estamos construindo a greve estudantil na UFSM, por compreendemos ser fundamental os estudantes estarem mobilizados para conquistarmos tanto reivindicações locais de infraestrutura, contratação de professores, melhorias nas casas de estudante, como lutas nacionais a exemplo dos 10 % dos investimentos públicos para a educação Pública.
Apesar da ampliação das vagas das universidades públicas que no último período (2003- 2011) duplicaram, indo de 110 mil para mais de 230 mil, continuamos com uma universidade para poucos. Atualmente, apenas cerca de apenas 4% dos jovens tem acesso a universidade pública, ou seja, a educação superior continua sendo um sonho distante para a maioria da população. Lutamos para que além do acesso, os estudantes tenham um ensino de qualidade e condições de permanência, sendo necessário o aumento dos recursos do Programa Nacional Assistência Estudantil, garantindo moradia, alimentação e atendimentos básicos para os estudantes de baixa renda.
Para tudo isso é fundamental a ampliação radical dos investimentos para a educação pública, com a aprovação do Plano Nacional de Educação, que tem como meta alcançar nos próximos 10 anos a destinação de 10% do PIB para a educação. Defendemos também o Projeto de Lei 180/08 que propõe que 50% das vagas para a graduação nas universidades públicas sejam destinados para estudantes que provem de escolas públicas, com recorte racial de acordo com os índices da população regional e que 25 % destas vagas sejam para estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio.
Sabemos que somente melhorias físicas e nos investimentos não bastam, é necessário alterar o caráter da universidade no Brasil que é elitista e conservadora, fazendo com que ela cumpra com o papel social de servir as reais demandas da maioria da população.
Uma universidade a serviço da classe trabalhadora e suas lutas, como a reforma agrária, reforma urbana, democratização dos meios de comunicação, fortalecimento do SUS etc. Para que a universidade cumpra este papel emancipador faz – se necessário que supere o modelo tradicional de ensino bancário e distante da realidade, com a construção de uma formação integral, que integre ensino pesquisa e extensão, através da curricularização da extensão garantindo que a produção e socialização do conhecimento se deem de forma participativa, empoderando as comunidades para a superação dos problemas sociais.
É hora de somar forças!
Compreendemos que para transformar a educação no país é fundamental todos os setores da educação estarem unidos e mobilizados com o apoio de toda a sociedade. O movimento não pode ficar inerte, pautado apenas por uma postura reativa perante as políticas educacionais do Governo, a luta pela educação não se resume a uma polarização entre os contra ou a favor destas, mas em ações concretas como a Marcha pela Educação Pública que ocorreu na última sexta-feira, que unificou e mobilizou estudantes, professores, técnicos administrativos, movimentos sociais e toda sociedade, possibilitando fortalecer nossas lutas e pressionando os governos para avançar em reais conquistas para a educação e construirmos a educação que sonhamos.
Assistência Estudantil: é nosso direito
Entendemos a Assistência Estudantil como elemento fundamental na democratização das vagas e na permanência dos estudantes em vulnerabilidade socioeconômica que ingressam no ensino superior público. Deste modo, garantindo condições mais justas e igualitárias às camadas populares, na realidade elitizada em que nos colocamos.
É preciso que o Estado, enquanto responsável pela garantia do direito e do acesso a educação, proporcione condições iguais aos estudantes oriundos das classes mais baixas de concluírem seu curso, partindo das necessidades básicas – como moradia e alimentação – até demandas específicas, como atendimento médico-odontológico, auxílio-transporte, apoio pedagógico, acesso a internet e orientações sobre os seus direitos.
Para isto, é necessária a ampliação dos recursos destinados aos programas de assistência estudantil nas universidades. É preciso que os investimentos no Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) sejam ampliados, e que o processo de discussão quanto às necessidades dos estudantes se dê de forma democrática e paritária.
É necessário estarmos diariamente construindo nossas pautas a partir das demandas dos estudantes. É preciso garantirmos que o teto da renda per capita para obtenção do Benefício Socioeconômico (BSE) esteja de acordo com PNAES – um salário mínimo e meio, que haja ampliação de vagas nas Casas do Estudante e criação das mesmas nos campi onde não existem e acreditamos na necessidade da ampliação do acesso ao Restaurante Universitário aos estudantes sem BSE.
Além da moradia, acreditamos que a assistência estudantil inclui também pautas que estão relacionadas com a formação profissional como acesso a internet de qualidade, conversão das bolsas-trabalho em bolsas de auxílio que incentivem a pesquisa e extensão.
Defendemos a política de assistência estudantil como forma de resistência, fortalecendo nossa luta por uma universidade que, como cita Che Guevara: “se vista de povo”, que seja socialmente referenciada e que esteja a serviço da população. Uma universidade pública, democrática e popular!
terça-feira, 3 de julho de 2012
Convocatória: Conselho de Entidades de Base (Julho/2012)
União Nacional dos
Estudantes
União Estadual dos
Estudantes Livre – Dr. Juca
Universidade Federal de
Santa Maria
Diretório Central dos
Estudantes
Convocatória:
Conselho de
Entidades de Base
É
com grande satisfação que convocamos os Centros e Diretórios Acadêmicos e as
Direções das Casas do Estudante da UFSM para o Conselho de Entidades de Base. A
ser realizado no dia 05 de julho de 2012 às 19h, no Auditório do DCE.
Pautas:
-Greve
- Marcha
pela Educação
- Prestação
de Contas
- Bolsa de
Formação Estudantil
- Carteirinhas
Att,
DCE
UFSM
Gestão
Vozes em Movimento 2012 - 2013
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