quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cotas - DCE relembra a aprovação na UFSM

No dia em que o STF julga a constitucionalidade das cotas raciais, o DCE da UFSM relembra a aprovação das cotas na UFSM, e que este debate na Universidade é hoje um debate superado, onde o que devemos pressionar é pela qualidade das ações afirmativas, propondo políticas para a permanência dos estudantes cotistas.

Em 2007, após ampla discussão com os estudantes (o Congresso Estudantil de 2006, Assembleia Geral e duas reuniões do Conselho de Entidades de Base), a bancada do DCE, indicada pela Gestão Em Movimento (2006-2007) votou favorável ao Programa de Ações Afirmativas da UFSM. Os 10 votos do DCE foram fundamentais para empatar a votação, que foi definida com voto de minerva do reitor. Hoje, após cinco anos daquela decisão, vemos uma universidade com mais plural, porém ainda falta muito para qualificar o Programa.

Votação que aprovou as Cotas na UFSM - Foto: DCE/UFSM

Militantes do Movimento Negro comemoram decisão do CEPE. Foto: DCE/UFSM


Segue o texto de Anderson Machado, ex-coordenador-geral do DCE UFSM e mestre em geografia.

Ações Afirmativas: A Vanguarda na luta Contra o Racismo 

por: Anderson Luiz Machado dos Santos 

Dentre a atual população brasileira, cerca de 45% dos habitantes concederam-se afro-descendentes, compondo uma massa em tordo de 70 milhões de pessoas, segundo dados do IPEA. Em toda trajetória estabelecida pelos ditames do estado brasileiro, essa massa que hoje é a maior representante da tragédia social vigente no Brasil, teve como podemos observar, seus direitos relegados. Ainda que não se tenha estabelecido no Brasil um Apartheid explícito como na África do Sul e EUA, estabelecendo-se uma segregação assegurada por leis, nosso apartheid foi e é ainda pior. A ideologia que nos é imposta, faz com que os indivíduos escondam dentro de si, o preconceito, negando-o de forma veemente em seu discurso, mas que acabam por derrubá-lo rapidamente quanto observamos suas ações vis, conservadoras e discriminatórias. 

Podemos confirmar essa visão perante dados recentes que apontam, que dos 22 milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha de pobreza, 70% são negros; dos 53 milhões que vivem na pobreza, 63% são negros; a classe média de nosso país, é composta por apenas 3% de negros; a taxa de desemprego entre negros, é 45% maior do que entre não negros; nas regiões metropolitanas de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Distrito Federal 50% dos desempregados são negros. Analisando em específico o caso de Salvador, o número sobe para 86,4%5. Na educação, os dados não são menos excludentes comparando a margem de analfabetismo, o PNAD-2004(Plano Nacional de Amostra por Domicílio) indicou um índice de 36% entre a população negra e parda e 18% entre os brancos. Entre as mulheres negras esta taxa é ainda maior, chegando a ter o dobro da taxa entre as mulheres brancas, onde do total de mulheres negras, maiores de 5 anos de idade, 33,1% são completamente analfabetas e entre as mulheres brancas este percentual é de 18,5%. 

O PNAD também indica que apenas 2% dessa população em acesso ao ensino superior [1]. As comunidades quilombolas remanescentes, espalhadas pelo interior de nosso país sobrevivem de forma miserável, tendo muito pouco acesso à educação, trabalho e cultura. Não precisamos ir muito longe para verificarmos essa realidade aqui em Santa Maria existe a comunidade remanescente do Quilombo da Palma, em cerca de 13 famílias, que aglutinam uma população que fica em torno de 80 pessoas, sentem em seu cotidiano a exclusão, sendo obrigadas a trabalhar de informal nas grandes propriedades rurais da região ou da mesma forma nos setores da economia urbana, tento por todo esse processo sua cultura e seu valores marginalizados e por fim constituindo a grande massa expropriada das formas de sobrevivência socialmente dignas. 

Um estudo realizado em 2000, pelo departamento de economia da ufrj, apresentado no II Fórum Global sobre Desenvolvimento Humano da ONU, mostra que no momento em que o Brasil ocupava o 740 lugar no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mundial, quando se analisa separadamente esse índice por cor, verificamos que entre os brancos o índice sobe, levando o Brasil 480 lugar no ranking, já entre os negros, cai drasticamente levando o Brasil a 108a posição. Sob todas essas contradições, torna-se inegável a luta por ações que busquem transformar essa realidade excludente imposta aos negros. Na vanguarda desse movimento, surgem as ações afirmativas como forma mais avançada no combate ao racismo, no Brasil. Essas ações têm sua gênese na Índia, logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, em 1919, quando o membro da Casta Intocável, o jurista, historiador e economista Bhimrão Ranji Amdadkar, propõe pela primeira vez políticas públicas diferenciadas, protegidas por lei, em prol da igualdade para todos os seguimentos sociais. Até mesmo Gandhi, se opôs a esses ideais, pois as ações poderiam desencadear conflitos, podendo levar a uma guerra civil. Somente mais tarde durante a Guerra Fria, quando a URSS, denuncia as desigualdades raciais existentes no EUA, geradas pelas políticas do New Deal, sob o estado de bem-estar-social, implementado por Rooseveld, é que a temática das ações afirmativas ou positivas voltarão à tona na sociedade mundial. 

Na década de 60, o Movimento Negro norte americano protagonizou a lutas nesse sentido, tendo sua a primeira vitória em prol dessa causa, com a aprovação pela ONU em 1965 da Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Preconceito, ratificada em 1968, com a participação de 167 estados, inclusive o Brasil. Com a convenção, define-se como preconceito racial, qualquer distinção de exclusão, restrição, ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou ética, que tenha o propósito ou o efeito de anular ou prejudicar o reconhecimento, o goza ou exercício em pé de desigualdade dos direitos humanos e liberdades fundamentais. Desde a sua gênese, até o presente momento, as ações afirmativas têm como objetivo, ...além da concretização da igualdade social, introduzir transformações de ordem cultural, pedagógica, aptas a substituírem do imaginário coletivo, a idéia de supremacia e de subordinação de uma raça em relação a outra, de homem em relação a mulher.[2] Assim, para compreendermos as perspectivas trabalhadas pelas ações afirmativas, necessitamos compreender o conceito de igualdade adotado pelas mesmas. 

Sob a concepção liberal burguesa extraída da sociedade iluminista racionalista do século XIX, hegemonizou-se um conceito de igualdade estático, extremamente formalizado, em que todos seriam iguais perante as leis. Ou seja, um conceito meramente jurisdicional. Ainda sob, sob essa concepção, mais recentemente com a instituição do estado de bem-estar-social, criou-se um conceito de igualdade dinâmica, apontando para uma igualdade menos formal, e mais concreta, substancial e material, onde as desigualdades seriam avaliadas e punidas de forma semelhante. Em meio às transições da concepção liberal burguesa, surge o conceito mais avançado de igualdade, a igualdade de oportunidades, forma pela qual se chegaria a igualdade material. Compondo a verdadeira face para o fortalecimento e ascensão social dos grupos sociais oprimidos. 

Logo, agora agir afirmativamente significa, contribuir para o desenvolvimento social e para a transformação da ordem social de uma nação, via o fortalecimento de classes minoritárias. Dentro dessa visão mais avançada, as ações positivas podem ser definidas como: Políticas públicas ou privadas voltadas à concretização do princípio constitucional de igualdade material e a neutralização dos efeitos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem nacional e d compleição física..elas visão combater não somente as manifestações flagrantes de discriminação, mas também a discriminação de fato, de fundo cultural, estrutural, enraizada na sociedade. (Gomes,J.B,2005 apud Ministério da Educação,2005) 3 Neste sentido, tornam-se medidas especiais e temporárias que, buscando remediar um passado discriminatório, objetivam acelerar o processo de igualdade, com o alcance da igualdade substantiva, por parte de grupos vulneráveis, as minorias étnicas e raciais, as mulheres, dentre outros grupos. Enquanto políticas públicas, elas cumprem uma finalidade decisiva para o projeto democrático de sociedade, que é a de assegurar a diversidade e a pluralidade social. 

Constituem medidas concretas que viabilizam o direito a igualdade, com a crença de que a igualdade deve se moldar no respeito à diferença e a diversidade. Porém, para que essas medidas obtenham êxito é necessário a criação de mecanismos. No histórico das ações afirmativas, o mecanismo que teve maior expressão, foi o da criação de reservas ou cotas, também um de seus pontos mais criticados. No Brasil desde a redemocratização do país, o movimento negro vem buscando superar seu próprio discurso, buscando não mais meramente denunciar as mazelas sofridas por esta parcela da população, mas sim apontar para a construção de verdadeiras políticas que visem reparar toda exploração sofrida ao longo de nossa história e ainda existente no presente, para contrapor as teses míticas de invenção de liberdade, igualdade e democracia racial. Assim, reparar e amparar essa população, é dever do estado, que foi complacente, ao processo de exploração do negro enquanto força motriz par a sustentação de uma elite política e econômica brasileira, inspirada nos moldes de uma sociedade européia, reproduzindo seus valores, mas que tem como empecilho para sua legitimação uma massa negra, que não só identifica-se enquanto povo brasileiro, mas como agente social, fundamental para construção das bases de nossa sociedade. 

 ____________ 1. Dados retirados do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos), PED (Pesquisas de Emprego e Subemprego) e IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e Estatística) ­_________________ 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, Ações Afirmativas e Combate ao Racismo nas Américas. Brasília: Cdu, 2005. 3.id.

terça-feira, 24 de abril de 2012

DCE em toda a UFSM - 235 bolsas destinadas ao CESNORS, CAFW e UDESSM

Não foi uma luta fácil, desde 2007 o DCE tentava atualizar a distribuição das bolsas de formação estudantil, com o objetivo de contemplar o novos campi da UFSM. Em 2012, a Gestão Em Frente conquistou a ampliação do número dessas bolsas - voltadas para estudantes que participaram de eventos fora da UFSM - de 685 para 1000. Com ampliação, foi possível incluir bolsas para os cursos do CESNORS e da UDESSM que tem ou estão implementando Diretórios Acadêmicos. Num levantamento feito pelo DCE, foram mais 23 entidades contempladas, a maioria das extensões da UFSM.

Considerando o critério defendido pelo DCE, de reservar 50 das suas 250 bolsas exclusivamente à UDESSM e CESNORS, mais a inclusão de 10 bolsas por Casa do Estudante no CESNORS e as bolsas destinadas ao Grêmio e aos DAs do CAFW, serão 235 bolsas destinadas exclusivamente para estudantes de Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Silveira Martins, totalizando um valor de R$ 52.500 que serão destinados da PRAE diretamente aos estudantes (esse dinheiro não passa pelo DCE e pelos DAs, que apenas solicitam a bolsa aos estudantes).

Para fazer a solicitação ao DCE ou a DA, o estudante precisa apresentar guia de matrícula, xerox do certificado de participação em evento fora de Santa Maria e indicar um número de conta no Banco do Brasil. Os critérios de divisão das bolsas e a distribuição completa estão disponíveis no link: http://dceufsm.blogspot.com.br/2012/04/mais-bolsas-para-os-das-veja-como-ficou.html

domingo, 22 de abril de 2012

Formaturas - Nova Reunião entre DCE e Associações de Turma

Com o objetivo de avaliar os resultados da reunião que irá acontecer amanhã (22), às 9h entre o DCE, as Associações de Turma e a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), o DCE e as ATs convidam todos os interessados a uma nova reunião, também amanhã, às 19h, no auditório do DCE.

Para saber mais:
Formaturas - Estudantes terão reunião com a Prograd
DCE e Associações de Turma discutem formaturas

Eleições - Confira as Chapas e Nominatas que concorrem ao DCE UFSM


No dia 9 de maio, estudantes da UFSM escolhem a nova Direção Executiva do DCE da UFSM. Para o pleito, duas chapas foram inscritas. A Chapa 1 - Vozes Em Movimento - (de situação) e a Chapa 2 - Caminhando Contra o  Vento (de oposição). A Comissão eleitoral divulgou também as inscrições indeferidas de cada chapa, dois membros da Chapa 1 e três membros da Chapa 2. Confira o Facebook e Blog de cada chapa, além da nominata completa de cada uma. 

Indeferidos:
Chapa 1 - Daniele Palma Cielo e Jovane Wolfarth.
Chapa 2 - Ana Paula Nunes, Israel Quinhnes Coelho e Luis Felipe Pereira.


Chapa 1 - Vozes Em Movimento

Nominata:

Coordenação Geral
Adriele Marlene Manjabosco - Serviço Social - Santa Maria
Alex Monaiar - Psicologia - Santa Maria
Gissele Soares dos Santos - Nutrição - Palmeira das Missões
Marcelo Artur Rauber - Engenharia Florestal - Santa Maria 
Marcos Vinícius Lazzareti - Engenharia Florestal - Frederico Westphalen
Thani da Silva Prunzel - Técnico em Informática - Santa Maria  

Coordenação de Organização e Integração
Aleixon Henrique Giacomelli - Agronomia - Frederico Westphalen
Álvaro Marinho Mello - Administração - Santa Maria
Anacleta Batistela - Zootecnia - Palmeira das Missões
Jaína Vieira - Gestão de Turismo - Silveira Martins
Josué Meira Strúker - Zootecnia - Santa Maria
Pâmela Pithan - Técnico em Geoprocessamento - Santa Maria
Vinícius Jean Barth - Engenharia Florestal - Frederico Westphalen

Coordenação de Finanças
Débora Müller - Processo Químicos - Santa Maria
Jean Conceição - Medicina Veterinária - Santa Maria
Jovane Wolfarth - Engenharia Química - Santa Maria
Luana dos Santos Hanauer - Ciências Econômicas - Palmeira das Missões
Pedro Henrique Ferreira - Física - Santa Maria
Regis Trentin Piovesan - Agronomia - Frederico Westphalen

Coordenação Jurídica
Antônio Flech - Relações Internacionais - Santa Maria
Conrado Klöckner - Direito - Santa Maria
Rodrigo Medeiros Antunes da Silva - Direito - Santa Maria

Coordenação de Comunicação
Alisson Gabriel de Arruda - Administração - Palmeira das Missões
Geanmarcos Garcia Terra Relações Públicas - Multimídia Frederico Westphalen
Laura Alpi Coutinho Comunicação - Social Hab. Jornalismo - Frederico Westphalen
Lucas Leismann da Silva - Ciência da Computação - Santa Maria
Marcelo de Lara Flor - Ciências Econômicas - Santa Maria
Mariana Fontoura dos Santos Borin - História - Santa Maria
Olga Herbertz - Arquivologia - Santa Maria
Sérgio Marques da Silva -Comunicação Social - Hab. Relações Públicas - Santa Maria
Valquiria Conti - Geografia - Santa Maria

Coordenação de Formação Política e Movimentos Sociais
Camila Traesel Schreiner - Engenharia Florestal - Santa Maria
Cíntia Florence Nunes - Serviço Social - Santa Maria
Douglas Roberto Mai - Filosofia - Santa Maria
Gian Marcon - Medicina Veterinária - Santa Maria
Guilherme Soares - Geografia - Santa Maria
Jonathas Alan Torquetti - Enfermagem - Palmeira das Missões
Joseane Taís Dréa - Lic. Em Teatro - Santa Maria

Coordenação de Políticas Educacionais e Assistência Estudantil
Bruna Surdi Alves - Serviço Social - Santa Maria
Carlos Henrique Langner - Engenharia Ambiental - Frederico Westphalen
Flávio Teixeira - Produção Editorial - Santa Maria 
Gionatan Carlos Pacheco - Filosofia - Santa Maria
Janaina Betto - Engenharia Florestal - Frederico Westphalen
Jaqueline Arboit - Enfermagem - Palmeira das Missões
Jordano D. Tavares - Cências Biológicas - Santa Maria
Júlia Caetano Manfio - Engenharia Ambiental - Frederico Westphalen
Mônica Voss - Tecnologia Em Alimentos - Frederico Westphalen
Patrícia Alves - Artes Cênicas - Santa Maria
Rodrigo dos Santos Pacheco - Matemática - Santa Maria
Rute Vitória Malinski Pessoa - Técnico em Paisagismo - Santa Maria

Coordenação de Combate às Opressões
Daniele Palma Cielo - Ciências Sociais - Santa Maria
Douglas Linke Nunes - Relações internacionais - Santa Maria
Fabrício Cenzi de Ré - Relações Internacionais - Santa Maria
Marcia Rambo - Pedagogia - Santa Maria Marília
Fernandes Rehermann Freitas - Sociologia Licenciatura - Santa Maria
Pablo Eanes Cocco Rodrigues - Agronomia - Frederico Westphalen
Pamela Kenne - Psicologia - Santa Maria 
Rodrigo Oliveira Lopes - Química Lic. - Santa Maria
Rodson Casanova - Serviço Social - Santa Maria

Coordenação de Cultura, Esporte e Lazer
Amanda da Silva Corrêa - Sociologia - Santa Maria
Ana Luisa Maffini Machado - Arquitetura e Urbanismo - Santa Maria
André Ademir Weber - Geografia - Santa Maria
Arlindo Henrique da Rosa - Zootecnia - Palmeira das Missões
Bruno Cunha Pires - Terapia Ocupacional - Santa Maria
Cristiani de Oliveira - Relações Internacionais - Santa Maria
Cristine Rauber Oliveira - Bach. Estatística - Santa Maria
Diego Cristovão Pooter - Zootecnia - Palmeira das Missões
Hector dos Santos Facco - Agronomia - Santa Maria
Josué Neumann - Arquitetura e Urbanismo - Santa Maria
Oanita Oliveira Braga - Educação Física - Santa Maria
Ritieri Rodrigues Zandoná - Artes Cênicas - Santa Maria
Robson Junior Bach - Engenharia Florestal - Frederico Westphalen
Solange Raquel Berres - Tecnologia em Alimentos - Santa Maria
Thaimon Socoloski - Geografia - Santa Maria
Winnie Silva da Silva - Engenharia da Computação - Santa Maria

Coordenação de Saúde e Meio Ambiente
Andressa Ercolani Duarte - Terapia Ocupacional - Santa Maria
Anna Tayle Huppes - Nutrição - Palmeira das Missões
Camila Antunes de Almeida - Psicologia - Santa Maria
Camila Martins Pereira - Química - Santa Maria
Cid Gonzaga Gomes - Fisoterapia - Santa Maria
Cristhian Ricardo Schieck - Terapia Ocupacional - Santa Maria
Fernanda Giesel - Engenharia Florestal - Santa Maria
Henrique Weber Dalla Costa - Engenharia Florestal - Frederico Westphalen
Laurem Janine Pereira de Aguiar - Terapia Ocupacional - Santa Maria
Leonardo da Silva Soares - Enfermagem - Santa Maria
Lidiane de Cassia Amaral Martins - Enfermagem - Palmeira das Missões
Lucas Alberto Kern - Ciências Biológicas - Santa Maria
Sabrina Bordignon - Fonoaudiologia - Santa Maria

Coordenação de Pós-Graduação
Beatriz Deprá Rosso - Geografia - mestr. - Santa Maria
Isabel Cristina Reinheimer - Resid. Multiprof. Integ. em Sis. Público de Saúde - esp. - Santa Maria


Chapa 2 - Caminhando Contra o Vento

Nominata

Coordenação Geral
Adriana Clarice Henning - Economia
Caroline Roque - Educação Física
Eron Rodrigues Cunha Lopes - Medicina
Laila Garcia Marques - Agronomia
Marina Martinuzzi Castilho - Comunicação Social

Coordenação de Arte e Cultura
Rafaela Drey Costa - Artes Cênicas
Bruno Benaduce Emanuelli Mello - Comunicação Social
Cristal Bernardi - Desenho Industrial
Daniel Jaenisch Lopes - Artes Visuais
Morgana Confortin - Desenho Industrial

Coordenação de Assistência Estudantil
Jase Jasson Frantz Konzen - Direito
Ana Cristina Civa da Silva - Técnico em Agroindústria
Cristina Gabriela Feiber - História
Daniel Canha Lentine - Filosofia
Douglas Almir Tolfo Rossa - Educação Física
Felipe Rios Pereira - História
Paulo Ricardo Gonçalves Oliveira - Odontologia

Coordenação de Combate às Opressões
Bruna Homrich Vasconcelos - Comunicação Social
Fernanda Nunes da Silva Arispe - Comunicação Social
Monise Marafon Farias - Filosofia

Coordenação de Comunicação
Gabriel Eduardo Bortulini - Comunicação Social
Evandro Both - História
João Victor Borba Moura e Silva - Mestrado em Comunicação
Letícia Soares Fontoura - Comunicação Social
Lotário Souza - Enfermagem
Nathalia Fagundes Rozzini - Filosofia
Vinicius de Moura Gaiger - Comunicação Social
Vitor Tassinari Dornelles - Comunicação Social

Coordenação de Esporte e Lazer
Daniel Carvalho Saraiva - Educação Física
Leonardo Pereira e Souza - Educação Física
Alisson Moro Neocatto - Ciências Sociais
Mateus Xavier - Educação Física
Norberto Arend Aviles - Engenharia de Produção
Daniel Marin Carvalho - Tecnologia em Rede de Computadores

Coordenação de Finanças
Dionas Avila Pompeu - Ciências Sociais
Bruna Mendonça - Pedagogia
Israel Tischler da Silva - Economia
Marcos Vinicius Borba Moura e Silva - Engenharia Mecânica

Coordenação de Formação e Organização Política
Marcius Minervini Fuchs - Educação Física
Mathias Rodrigues Botelho - Comunicação Social
Namir Ferreira El Hodali - Residência Multiprofissional
Tiago Adriano Gabatz Langer - Medicina
Daniela Angri - Fisioterapia

Coordenação de Meio-Ambiente
Bruna Luana Capelin Kunzler - Biologia
Carina Severo da Silva - Economia
Diego Rodrigues Cezar - Tecnologia em Agronegócio UDESSM
Julia do Carmo da Silva - Comunicação Social
Suelen Barcellos Lopes - Técnico em Meio-ambiente

Coordenação de Movimentos Sociais
Teo Bengochea - Ciências Sociais
Ivon Fernandes Nunes - Sistemas para Internet
Andressa Tatiara de Morais - Ciências Sociais
Thayara Cassenote dos Santos - Ciências Sociais
Matheus Arruda Milbradt - Técnico em Geoprocessamento

Coordenação de Organização
Yuri Medeiros de Lima - Comunicação Social
Diosana Frigo - Comunicação Social
Guilherme Sturmer Lovatto - Educação Física
João Genaro Finamor Neto - Educação Física
Henrique Vassali - Engenharia de Produção
Pedro Fidler Rios - Engenharia de Produção

Coordenação de Políticas Educacionais
Carolina Gasparetto Barin - Comunicação Social
Elizia Nascimento Rosa da Costa - Educação Física
Monique Fruet de Mello - Educação Física
Marcelo Noriega - Especialização em História
Juliano de Oliveira Gomes - Física
Lara Niederauer Machado - Letras
Ana Maria Hoppe - Medicina
Vicente Cabrera Calheiros - Mestrado Educação Física

Coordenação de Pós-Graduação
Maíra Lara Couto - Especialização em Educação Física
Letícia Schio Genro - Especialização em História
Henrique Cignachi - Mestrado em Ciências Sociais
Roberto Borges Lisboa - Mestrado em História
Antero Silveira de Oliveira Filho - Pós em Ciências Sociais
Carlos Alberto Borin Junior - Pós em Educação Física
Fabricio Rigo Nicoloso - Pós em História
Oneider Vargas de Souza - Pós em História
Jossana Morais de Moraes - Sociologia

Coordenação de Saúde
Andressa Marcuzzo Manhago - Fonoaudiologia
Anelise Krug Oliveira - Medicina
Antonio Aurelio da Silveira Codevilla - Medicina
Carla da Cruz Teixeira - Medicina
Juliana Martini - Medicina
Luis Fernando Peixoto Rosa dos Santos - Medicina
Luis Henrique Caselani Maceo Junior - Medicina
Rafael Cabral Macedo - Medicina
Suani da Costa Santos - Medicina
Felipe Berti Zanella - Odontologia
Tifany Colome Leal - Enfermagem
Bruna Chagas - Enfermagem
Helena Vieira Schvartz - Enfermagem
Juniara Dias - Enfermagem

Demais membros
Jaqueline Beatris Scherer - Biologia
Guilherme Baggio Nunes - Biologia
Eduardo Matos Marczalek - Educação Física/História
Leonardo Poltozi Maia - História
Tamires Roque - Medicina
Josemar Wiethan Catellan - Automação Industrial
Leonardo Mello - Medicina
Fernanda Stein - Sociologia